10 cidades que mais receberam emendas parlamentares na região de Campina Grande (PB) em 2025
Em 2025, prefeituras e fundos municipais de 47 cidades da região de Campina Grande (PB) receberam R$ 296,6 milhões em emendas parlamentares. As dez abaixo ficaram com 51,9% desse valor.
| # | Nome | Emendas em 2025 | Individuais | Bancada, comissão e relator | % do total da região de Campina Grande (PB) | Ano anterior |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | R$ 50.418.425,64 | R$ 15.714.056,00 | R$ 34.704.369,64 | 17,0% | R$ 11.156.294,30 (antes, 2º lugar) | |
| 2 | R$ 23.596.138,55 | R$ 6.592.525,05 | R$ 17.003.613,50 | 8,0% | R$ 13.900.087,33 (antes, 1º lugar) | |
| 3 | R$ 16.220.911,80 | R$ 5.864.653,00 | R$ 10.356.258,80 | 5,5% | R$ 2.628.041,46 (antes, 14º lugar) | |
| 4 | R$ 11.259.300,11 | R$ 4.994.738,00 | R$ 6.264.562,11 | 3,8% | R$ 5.545.663,00 (antes, 3º lugar) | |
| 5 | R$ 10.613.344,00 | R$ 3.066.000,00 | R$ 7.547.344,00 | 3,6% | R$ 2.788.856,00 (antes, 11º lugar) | |
| 6 | R$ 9.735.050,00 | R$ 2.614.448,00 | R$ 7.120.602,00 | 3,3% | R$ 3.872.685,05 | |
| 7 | R$ 9.488.292,85 | R$ 3.779.000,00 | R$ 5.709.292,85 | 3,2% | R$ 3.700.000,00 (antes, 8º lugar) | |
| 8 | R$ 7.990.888,00 | R$ 1.445.959,00 | R$ 6.544.929,00 | 2,7% | R$ 1.258.445,89 (antes, 37º lugar) | |
| 9 | R$ 7.537.212,00 | R$ 2.190.000,00 | R$ 5.347.212,00 | 2,5% | R$ 2.493.936,80 (antes, 15º lugar) | |
| 10 | R$ 7.147.500,09 | R$ 3.997.500,09 | R$ 3.150.000,00 | 2,4% | R$ 1.000.000,00 (antes, 39º lugar) |
Fotos das cidades: Wikimedia Commons, em licenças livres (CC BY, CC BY-SA ou domínio público). O autor de cada foto está na página da cidade.
Os dez em gráfico
- Campina Grande (PB) 17% R$ 50.418.425,64
- Pocinhos (PB) 8% R$ 23.596.138,55
- Lagoa Seca (PB) 5,5% R$ 16.220.911,80
- 4º ao 10º 21,5% R$ 63.771.587,05
- Demais (37) 48,1% R$ 142.545.580,55
Sobre este recorte
- Itens no recorte
- 47
- Média do recorte
- R$ 6.309.630,71
- Participação dos dez
- 51,9%
Como este ranking é feito
Soma dos pagamentos de emendas parlamentares federais feitos no ano a órgãos públicos municipais (prefeitura, fundos municipais de saúde, educação e assistência, autarquias e fundações municipais), segundo o Portal da Transparência da CGU, pelo mês do pagamento.
Como é calculado
- Estornos são descontados.
- Em Brasília entram os pagamentos ao Governo do Distrito Federal, que faz o papel de prefeitura.
- Na seção proporcional, o valor é dividido pela população estimada pelo IBGE, só para cidades com 50 mil habitantes ou mais.
- A CGU identifica a cidade pelo nome; nomes antigos foram ligados ao cadastro do IBGE.
Quem entra
- Inclui emendas individuais (com finalidade definida e transferências especiais, as "emendas Pix"), de bancada, de comissão e de relator.
- Pagamentos a empresas, entidades privadas e ao governo do estado não entram, mesmo quando a obra fica na cidade.
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Fonte
- Órgão
- CGU (Controladoria-Geral da União)
- Base
- Portal da Transparência, dados abertos; população: estimativa do IBGE
- Edição
- 2025
- Carregado em
- 23/10/2026
- Links
- Dado original
- Licença
- Dados abertos do governo federal (Portal da Transparência, CGU)