10 cidades que mais receberam emendas parlamentares na Região Metropolitana do Agreste em 2025
Em 2025, prefeituras e fundos municipais de 12 cidades da Região Metropolitana do Agreste receberam R$ 172,9 milhões em emendas parlamentares. As dez abaixo ficaram com 98,2% desse valor.
| # | Nome | Emendas em 2025 | Individuais | Bancada, comissão e relator | % do total da Região Metropolitana do Agreste | Ano anterior |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | R$ 101.712.501,69 | R$ 32.024.241,12 | R$ 69.688.260,57 | 58,8% | R$ 67.182.954,60 | |
| 2 | R$ 24.951.343,43 | R$ 396.000,00 | R$ 24.555.343,43 | 14,4% | R$ 1.816.494,00 (antes, 4º lugar) | |
| 3 | São Sebastião (AL) | R$ 10.049.531,70 | R$ 1.500.000,00 | R$ 8.549.531,70 | 5,8% | sem dado |
| 4 | R$ 8.791.214,00 | R$ 5.950.000,00 | R$ 2.841.214,00 | 5,1% | R$ 5.000.000,00 (antes, 2º lugar) | |
| 5 | Taquarana (AL) | R$ 7.356.224,00 | R$ 3.856.224,00 | R$ 3.500.000,00 | 4,3% | R$ 3.500.000,00 (antes, 3º lugar) |
| 6 | Feira Grande (AL) | R$ 4.539.609,00 | R$ 3.539.609,00 | R$ 1.000.000,00 | 2,6% | R$ 1.300.000,00 |
| 7 | R$ 4.476.563,83 | R$ 2.787.000,00 | R$ 1.689.563,83 | 2,6% | R$ 400.000,00 (antes, 9º lugar) | |
| 8 | Jaramataia (AL) | R$ 3.129.714,00 | R$ 988.000,00 | R$ 2.141.714,00 | 1,8% | R$ 307.486,81 (antes, 10º lugar) |
| 9 | Campo Grande (AL) | R$ 2.750.174,00 | R$ 1.950.174,00 | R$ 800.000,00 | 1,6% | sem dado |
| 10 | Coité do Nóia (AL) | R$ 2.065.622,03 | R$ 1.500.000,00 | R$ 565.622,03 | 1,2% | R$ 587.268,53 (antes, 7º lugar) |
Fotos das cidades: Wikimedia Commons, em licenças livres (CC BY, CC BY-SA ou domínio público). O autor de cada foto está na página da cidade.
Os dez em gráfico
- Arapiraca (AL) 58,8% R$ 101.712.501,69
- Girau do Ponciano (AL) 14,4% R$ 24.951.343,43
- São Sebastião (AL) 5,8% R$ 10.049.531,70
- 4º ao 10º 19,1% R$ 33.109.120,86
- Demais (2) 1,8% R$ 3.121.632,83
Sobre este recorte
- Itens no recorte
- 12
- Média do recorte
- R$ 14.412.010,88
- Participação dos dez
- 98,2%
Como este ranking é feito
Soma dos pagamentos de emendas parlamentares federais feitos no ano a órgãos públicos municipais (prefeitura, fundos municipais de saúde, educação e assistência, autarquias e fundações municipais), segundo o Portal da Transparência da CGU, pelo mês do pagamento.
Como é calculado
- Estornos são descontados.
- Em Brasília entram os pagamentos ao Governo do Distrito Federal, que faz o papel de prefeitura.
- Na seção proporcional, o valor é dividido pela população estimada pelo IBGE, só para cidades com 50 mil habitantes ou mais.
- A CGU identifica a cidade pelo nome; nomes antigos foram ligados ao cadastro do IBGE.
Quem entra
- Inclui emendas individuais (com finalidade definida e transferências especiais, as "emendas Pix"), de bancada, de comissão e de relator.
- Pagamentos a empresas, entidades privadas e ao governo do estado não entram, mesmo quando a obra fica na cidade.
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Fonte
- Órgão
- CGU (Controladoria-Geral da União)
- Base
- Portal da Transparência, dados abertos; população: estimativa do IBGE
- Edição
- 2025
- Carregado em
- 23/10/2026
- Links
- Dado original
- Licença
- Dados abertos do governo federal (Portal da Transparência, CGU)