10 cidades que mais receberam emendas parlamentares na Região Metropolitana do Alto Vale do Itajaí em 2025
Em 2025, prefeituras e fundos municipais de 28 cidades da Região Metropolitana do Alto Vale do Itajaí receberam R$ 82,6 milhões em emendas parlamentares. As dez abaixo ficaram com 55,5% desse valor.
| # | Nome | Emendas em 2025 | Individuais | Bancada, comissão e relator | % do total da Região Metropolitana do Alto Vale do Itajaí | Ano anterior |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | R$ 11.154.558,00 | R$ 5.894.940,00 | R$ 5.259.618,00 | 13,5% | R$ 6.012.138,01 | |
| 2 | R$ 5.207.360,16 | R$ 3.339.999,00 | R$ 1.867.361,16 | 6,3% | R$ 3.368.500,00 | |
| 3 | Taió (SC) | R$ 4.999.817,23 | R$ 3.179.000,00 | R$ 1.820.817,23 | 6,1% | R$ 3.002.018,00 |
| 4 | Lontras (SC) | R$ 3.927.416,00 | R$ 2.170.500,00 | R$ 1.756.916,00 | 4,8% | R$ 992.079,23 (antes, 20º lugar) |
| 5 | R$ 3.774.167,00 | R$ 1.539.995,00 | R$ 2.234.172,00 | 4,6% | R$ 2.807.735,42 (antes, 4º lugar) | |
| 6 | Agrolândia (SC) | R$ 3.746.052,00 | R$ 2.684.999,00 | R$ 1.061.053,00 | 4,5% | R$ 540.000,00 (antes, 28º lugar) |
| 7 | Trombudo Central (SC) | R$ 3.442.558,00 | R$ 2.264.555,00 | R$ 1.178.003,00 | 4,2% | R$ 2.681.920,00 (antes, 5º lugar) |
| 8 | R$ 3.421.466,77 | R$ 2.318.205,00 | R$ 1.103.261,77 | 4,1% | R$ 1.750.000,00 (antes, 9º lugar) | |
| 9 | R$ 3.141.000,00 | R$ 2.141.000,00 | R$ 1.000.000,00 | 3,8% | R$ 2.610.337,00 (antes, 6º lugar) | |
| 10 | Petrolândia (SC) | R$ 2.993.505,00 | R$ 2.243.505,00 | R$ 750.000,00 | 3,6% | R$ 1.728.269,38 |
Fotos das cidades: Wikimedia Commons, em licenças livres (CC BY, CC BY-SA ou domínio público). O autor de cada foto está na página da cidade.
Os dez em gráfico
- Rio do Sul (SC) 13,5% R$ 11.154.558,00
- Ibirama (SC) 6,3% R$ 5.207.360,16
- Taió (SC) 6,1% R$ 4.999.817,23
- 4º ao 10º 29,6% R$ 24.446.164,77
- Demais (18) 44,5% R$ 36.778.456,85
Sobre este recorte
- Itens no recorte
- 28
- Média do recorte
- R$ 2.949.512,75
- Participação dos dez
- 55,5%
Como este ranking é feito
Soma dos pagamentos de emendas parlamentares federais feitos no ano a órgãos públicos municipais (prefeitura, fundos municipais de saúde, educação e assistência, autarquias e fundações municipais), segundo o Portal da Transparência da CGU, pelo mês do pagamento.
Como é calculado
- Estornos são descontados.
- Em Brasília entram os pagamentos ao Governo do Distrito Federal, que faz o papel de prefeitura.
- Na seção proporcional, o valor é dividido pela população estimada pelo IBGE, só para cidades com 50 mil habitantes ou mais.
- A CGU identifica a cidade pelo nome; nomes antigos foram ligados ao cadastro do IBGE.
Quem entra
- Inclui emendas individuais (com finalidade definida e transferências especiais, as "emendas Pix"), de bancada, de comissão e de relator.
- Pagamentos a empresas, entidades privadas e ao governo do estado não entram, mesmo quando a obra fica na cidade.
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Cidades que mais recebem emendas em recortes vizinhos
- Região Metropolitana Carbonífera
- Região Metropolitana de Chapecó
- Região Metropolitana de Florianópolis
- Região Metropolitana de Lages
- Região Metropolitana de Tubarão
- Região Metropolitana do Contestado
- Região Metropolitana do Extremo Oeste
- Região Metropolitana do Planalto Norte
- Região Metropolitana do Vale do Itajaí
Fonte
- Órgão
- CGU (Controladoria-Geral da União)
- Base
- Portal da Transparência, dados abertos; população: estimativa do IBGE
- Edição
- 2025
- Carregado em
- 23/10/2026
- Links
- Dado original
- Licença
- Dados abertos do governo federal (Portal da Transparência, CGU)