10 cidades que mais receberam emendas parlamentares na Região Metropolitana de Campina Grande em 2025
Em 2025, prefeituras e fundos municipais de 19 cidades da Região Metropolitana de Campina Grande receberam R$ 150,7 milhões em emendas parlamentares. As dez abaixo ficaram com 80,3% desse valor.
| # | Nome | Emendas em 2025 | Individuais | Bancada, comissão e relator | % do total da Região Metropolitana de Campina Grande | Ano anterior |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | R$ 50.418.425,64 | R$ 15.714.056,00 | R$ 34.704.369,64 | 33,5% | R$ 11.156.294,30 | |
| 2 | R$ 16.220.911,80 | R$ 5.864.653,00 | R$ 10.356.258,80 | 10,8% | R$ 2.628.041,46 (antes, 8º lugar) | |
| 3 | R$ 9.488.292,85 | R$ 3.779.000,00 | R$ 5.709.292,85 | 6,3% | R$ 3.700.000,00 | |
| 4 | R$ 7.537.212,00 | R$ 2.190.000,00 | R$ 5.347.212,00 | 5,0% | R$ 2.493.936,80 (antes, 9º lugar) | |
| 5 | Itatuba (PB) | R$ 7.093.050,00 | R$ 2.869.000,00 | R$ 4.224.050,00 | 4,7% | R$ 3.120.429,00 |
| 6 | R$ 6.929.000,00 | R$ 4.670.000,00 | R$ 2.259.000,00 | 4,6% | R$ 4.196.700,27 (antes, 2º lugar) | |
| 7 | Aroeiras (PB) | R$ 6.795.812,00 | R$ 996.000,00 | R$ 5.799.812,00 | 4,5% | R$ 1.376.332,70 (antes, 17º lugar) |
| 8 | R$ 6.707.738,00 | R$ 4.447.719,00 | R$ 2.260.019,00 | 4,5% | R$ 600.000,00 (antes, 18º lugar) | |
| 9 | R$ 4.927.793,00 | R$ 3.058.015,80 | R$ 1.869.777,20 | 3,3% | R$ 2.968.795,60 (antes, 6º lugar) | |
| 10 | Serra Redonda (PB) | R$ 4.822.362,97 | R$ 2.159.912,00 | R$ 2.662.450,97 | 3,2% | R$ 2.183.534,50 |
Fotos das cidades: Wikimedia Commons, em licenças livres (CC BY, CC BY-SA ou domínio público). O autor de cada foto está na página da cidade.
Os dez em gráfico
- Campina Grande (PB) 33,5% R$ 50.418.425,64
- Lagoa Seca (PB) 10,8% R$ 16.220.911,80
- Massaranduba (PB) 6,3% R$ 9.488.292,85
- 4º ao 10º 29,7% R$ 44.812.967,97
- Demais (9) 19,7% R$ 29.748.154,87
Sobre este recorte
- Itens no recorte
- 19
- Média do recorte
- R$ 7.930.987,01
- Participação dos dez
- 80,3%
Como este ranking é feito
Soma dos pagamentos de emendas parlamentares federais feitos no ano a órgãos públicos municipais (prefeitura, fundos municipais de saúde, educação e assistência, autarquias e fundações municipais), segundo o Portal da Transparência da CGU, pelo mês do pagamento.
Como é calculado
- Estornos são descontados.
- Em Brasília entram os pagamentos ao Governo do Distrito Federal, que faz o papel de prefeitura.
- Na seção proporcional, o valor é dividido pela população estimada pelo IBGE, só para cidades com 50 mil habitantes ou mais.
- A CGU identifica a cidade pelo nome; nomes antigos foram ligados ao cadastro do IBGE.
Quem entra
- Inclui emendas individuais (com finalidade definida e transferências especiais, as "emendas Pix"), de bancada, de comissão e de relator.
- Pagamentos a empresas, entidades privadas e ao governo do estado não entram, mesmo quando a obra fica na cidade.
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Fonte
- Órgão
- CGU (Controladoria-Geral da União)
- Base
- Portal da Transparência, dados abertos; população: estimativa do IBGE
- Edição
- 2025
- Carregado em
- 23/10/2026
- Links
- Dado original
- Licença
- Dados abertos do governo federal (Portal da Transparência, CGU)